Revista universal Lisbonense, Volume 8

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Imprensa Nacional, 1848
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Popular passages

Page 88 - Venimmo a lei : o anima Lombarda, Come ti stavi altera e disdegnosa, E nel muover degli occhi onesta e tarda ! Ella non ci diceva alcuna cosa; Ma lasciavane gir, solo guardando, A guisa di leon quando si posa. Pur Virgilio si trasse a lei, pregando Che ne mostrasse la miglior salita : E quella non rispose al suo dimando; Ma di nostro paese e della vita C...
Page 331 - Floreça, fale, cante, ouça-se, e viva A Portuguesa lingua, e já onde for Senhora vá de si soberba, e altiva. Se téqui esteve baixa, e sem louvor, Culpa é dos que a mal exercitaram: Esquecimento nosso, e desamor.
Page 141 - Ias do esposo, dos irmãos, dos amigos que a adoravam todos, o nome de D. Helena Feo de Sousa e Menezes Aranha. Ponhamos ao pé o da inconsolavel mãe D. Maria da Conceição de Lima Feo; o de seu honrado pae, Manuel Bernardo Cotta Falcão Aranha. — Mencionemos o do afflicto marido Luiz Mendes de...
Page 140 - No solto mar sobrenade, Eu zombo da tempestade, Eu corro do norte ao sul. Eu sou aqui rei, que manda Nas ondas deste oceano, Eu sou aqui soberano, Eu dou aqui minha lei. Eu zombo dos ventos fortes, Eu zombo das crespas vagas, Que alem se partem nas plagas, Onde eu nem quero ser rei.
Page 412 - ... que á prima vista se colhe. Este ar de familia enganou os estrangeiros, que sem mais profundar, decidiram logo, que o Portuguez não era lingua propria.
Page 44 - Lá dizem as prophecias Não deve temer ninguem. Não deve. Que do nascente, Segundo crê muita gente, Virá vindo a cerração: E depois della desfeita Surgirá a velha seita D'el-rei Dom Sebastião! E depois, por muitos annos, Viverá o bom rei; Ensinando a nós profanos A crermos na sua lei.
Page 43 - N'esta terra que é tão minha, Haverá então rainha Governando Portugal. Mas quer Deus que haja em Lisboa Quem do reino se condoa, Dando-lhe a voz de real!
Page 536 - As armas e os Varões assignalados que da occidental praia Lusitana, por mares nunca dantes navegados passaram...
Page 43 - Portugal nunca vencido, Antes sempre vencedor ; Pelo meu braço remido Cobrará/ novo vigor. Mais verá, quem tiver vista, Seguirem do rei a pista Estranhos novos pendões : Das terras d'além do Ganges, Avançarem as phalanges Dos portuguezes...
Page 222 - Coro Trabalhar, meus irmãos, que o trabalho É riqueza, é virtude, é vigor. D'entre a orchestra da serra e do malho Brotam vida, cidades, amor.

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